
De repente, agora, pensei em acordarmos muito muito cedo e assistirmos um filme antes de um dos nossos encontros. Acabei de ver um: Elizabeth - A Era de Ouro. Sempre guardei no meu imaginário como sendo um bom filme, e é mesmo. Elizabeth aparece com tanta força.
Era preciso. Ela não teve filhos, nunca foi para a cama com ninguém, não teve senhor. Era preciso força, sobretudo, para enfrentar uma liberdade tão poderosa. E agora estou com aquele sentimento pós filme, aquele jato, congelado e difuso - sinto na garganta e no alto do estômago.
Às vezes, me pergunto: existe um sentimento bom na tristeza?
É aquele momento em que ainda estamos muito tomados por uma realidade distante, tentando aproximá-la de nós. Seria interessante gritarmos o silêncio de um sentimento assim. Nunca vi ninguém gritar depois de um filme, na sala de cinema.
ResponderExcluirVou começar a gritar.
Ah, Rizzo.
ResponderExcluirDá uma olhada na expressão dela.