Depois de tanto tempo, cá estou eu...
Muita coisa vista no Cena, muito texto lido e o blog todo visto.
Parece-me que é recorrente a solidão, que nos envolvemos cada vez mais, à medida que caminhamos para dentro do rio antípoda, de solidão, de por-do-sol e de silêncio.
Acabo de assistir à entrevista com Clarice e me encantei pela sinceridade dela, apesar das perguntas esdrúxulas do entrevistador.
Ela sincera, sem pretensão de dar formas, respostas ensaiadas, bonitas e simples. Incompreendida alma silenciosa produtora de belas histórias. O entrevistador, formulador de questões superficias e ignorante às possibilidades que se sentavam à sua frente, Clarice.
Me deixou pensando no texto, no mínimo indispensável que se faz necessário para ir à cena e também na solidão antípoda que estaremos pesquisando e vivenciando nos próximos meses.
Vou revisitar meu blog e trazer os títulos de alguns textos que já escrevi lá sobre coisas parecidas.
Posto aqui depois os títulos, mas o blog já deixo disponível:
www.cronicasdumpersonagem.blogspot.com
Muito dessa atmosfera de Clarice e algumas palavras da menina de 16 anos me lembra poemas de Florbela Espanca...Vcs conhecem?
Posso levar no próximo ensaio.
Fiquem bem e não deixem passar as cores do céu...elas mudam tão depressa, né?
(risos).
domingo, 13 de setembro de 2009
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Se fosse improviso de ensaio agora, a gente diria:
ResponderExcluir"Cores antípodas"
Moda nacional - que só funciona com vocês.